Kelvin Pedroso | A independência do teu ser

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A independência do teu ser

Capitulaste
E desde cedo
Tomara o controle do Teu Ser

No trabalho diário
Tratara de mitigar as insubordinações
E eliminar a estima
Que tinhas pelo Eu

Obteve êxito

Assim
Aquele que te castigava
Por motivos que te pareceste vis
Lambuzava-se na fartura de poder
Que detinha sobre tua impotência

Mas, na periferia do Teu Ser
Resistia uma força clandestina
E por um momento
Sentiste o calor
Enxergaste a beleza
E saboreaste o beijo da Independência

Contagiaste o Teu Ser
E tomaste consciência que
O Eu é o Teu território
Que o Eu é o Teu país
Que Tu deves ser Teu chefe
De Tua Nação Soberana

Quando te ergueste
E te poste de pé para a Grande Revolução
Já não havia impotência
E, aquele que sobrepujava o Teu Ser, fugiu
Esbaforido e de olhos arregalados
Saltando a primeira janela
Típico de ditadores e ditaduras que definham

Agora
Expulsa, exila, elimina e arranca este ser
E mantém vigília
Finca sobre Tuas terras o Mastro da Independência

Porque
Hoje, são outros os ventos que sopram
E a bandeira que tremula
É de paz e liberdade
Pois, não há guerra civil em Teu Peito
E deixas fluir a existência do Teu Ser.

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